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domingo, 1 de maio de 2011

Mortal Kombat: Um velho campeão volta melhor do que nunca...


Mortal Kombat se tornou aquele tipo de nome que todo mundo conhece, mas não faz mais diferença no mundo. Nos últimos 13 anos, foram cinco jogos que sempre tentavam (e falhavam em) inovar e levar a série de volta a sua glória sanguinária do início dos anos 90 . Os games não eram exatamente ruins, mas MK tinha virado, sei lá, o Linkin Park dos videogames: você já gostou, eles sumiram, às vezes aparecem por aí e você se lembra de como era legal, mas, pensando bem, ninguém mais se importa.

Por isso o novo Mortal Kombat (para PlayStation 3 e Xbox 360) é uma surpresa maior do que aparenta. Desde que a demo do game foi lançada, estava claro que este jogo não seria ruim. Mas jogar a versão completa, ver que ele é mesmo um ótimo jogo de luta e que ainda superou suas expectativas – e de qualquer um que admita o rumo decadente que a série tomou – acaba tornando-o um dos maiores lançamentos do ano até aqui, com méritos.


O melhor Konto de um jogo de luta
Dentre essas surpresas, a maior é o modo história, algo que praticamente nunca foi citado pelos produtores do game. Talvez porque ninguém tenha perguntado, afinal, enredo não é a primeira coisa que vem à mente ao jogar um game de luta. A história do novo MK, então, que seria apenas uma releitura dos 3 primeiros jogos da série, aparentava ser menos atraente ainda.

Então você começa o modo história e, antes de chegar na metade de seus 16 capítulos, já fica claro que esta é a história mais bem contada num jogo de luta, desde... sempre. Outros games já tentaram, e alguns com certo sucesso, como Blazblue: Continuum Shift no ano passado, mas MK conta eventos como se fosso um jogo de ação, elevando os padrões a níveis bem altos.
Você não escolhe um personagem nesse modo. Em vez disso, vai trocando de lutador a cada quatro partidas, para acompanhar a saga de Raiden de mudar os eventos dos games antigos da série. Começando com um Johnny Cage que não faz ideia do que está acontecendo o só quer saber de dar cantadas de pedreiro na Sonya, até terminar num confronto contra Shao Kahn na Terra, você verá cenas que acabam em lutas que se transformas em outras cenas, tudo de maneira impecável e sem nenhuma tela de loading do início ao fim.
É brilhante, mas gostaria que tivesse algumas lutas a menos. Não que o modo fique chato ou algo assim, mas certas lutas estão ali apenas para estender as coisas, impedindo que a próxima parte importante aconteça. E só para deixar registrado, já está na hora de mudar essa ideia de que os chefes devem ser cretinamente difíceis e que precisam de um esquema próprio para serem derrotados.


Entre Kombos e ossos Kebrados
Criando e refazendo seus mitos desse jeito, Mortal Kombat se livra do enfadonho modo Konquest dos últimos MK, que contava histórias tão interessantes quanto um quadro do Zorra Total através de um modo pseudo-RPG, e se concentra no que realmente importa: as lutas.

No final, o que interessa é se suas voadoras têm o peso certo e se seus combos conectam com coerência. Eu sei que não é fácil acreditar, quando lembramos o que MK se tornou desde o quarto episódio, porém, não importa como você olhe, o fato é que o novo game é um ótimo jogo de luta antes de qualquer coisa.
Mais ainda, é o jogo de luta com jogabilidade 2D mais simples que existe por aí. Claro, MK não chega perto da complexidade de Super Street Fighter IV, mas é um game que qualquer um pode pegar e fazer golpes legais, como os X-Ray Moves, golpes poderosos que quebram o esqueleto do oponente de maneiras maravilhosamente horríveis. Comandos simples, sempre precisando de apenas dois toques no direcional e um aperto de botão, permitem a qualquer um sentir os prazeres simples da vida, como cravar duas lanças no fêmur de outro ser humano.
Se a volta ao 2D é o que faz a série retornar às origens, a barra na parte inferior da tela é o que dá a MK a credencial de um game de luta atual e de alto calibre. Aqueles caras loucos que fazem tabelas de combinações e contam quadros por segundo vão perceber as possibilidades trazidas ao jogo quando se pode soltar versões mais fortes dos golpes especiais, quebrar combos ou ligar combinações com X-Rays. Quer apenas decepar os amigos? Tranquilo, apenas saiba que os caras mais dedicados poderão aprender muita coisa e se tornarão verdadeiros monstros nesse game em breve.
Os personagens - todos os lutadores de MK1 a MK3, mais Quan Chi - têm opções de ataque diferentes e nunca parecem clones uns dos outros. Na verdade, a maioria parece nem ter o mesmo estilo dos games anteriores, e até o famoso "abilubaiê" de Raiden mudou de comando. É preciso se acostumar, caso esteja vindo de outros games do gênero, com as importantes diferenças (não há Shoryukens, por exemplo), e não há aquela história de haver apenas três personagens fortes que tornam os outros inúteis - o que conta a favor de um game com quase 30 personagens.


Para continuar jogando por muito tempo
Para completar o pacote single player (sem falar do tradicional modo arcade, chamado aqui de “ladder”, com dez lutas e um final próprio para cada lutador), há a Challenge Tower. Pegando o conceito popularizado por Soul Calibur de colocar um personagem em situações bizarras, a torre tem 300 desafios que variam de combates de ponta-cabeça a personagens sem braços a matança de zumbis a enfrentar três Shao Kahns com apenas uma barra de energia. Isso vai te manter ocupado por um certo tempo, e te deixará ainda mais preparado para encarar oponentes reais nos modos online.
Não dá para entrar em muitos detalhes sobre a parte online, porque nossa cópia é de PlayStation 3 e... bem, você deve estar sabendo dos problemas da PlayStation Network. Há o modo “King of the Hill”, que virou padrão desde Street Fighter IV, onde uma pessoa continua jogando até que algum desafiante da sala consiga derrotá-la, como num fliperama. Você pode assistir às lutas (aprenda, Mahvel 3), torcer com seus avatares no Xbox 360 (ou com versões chibi dos lutadores no PS3) e dar nota ao vencedor no final de cada partida.

Voltando do NetherRealm
Então é isso, e... ok, não dá para não falar de Fatalities em um jogos desses – se bem que o último MK com um Fatality de verdade foi MK Deception, de 2004. Alguns são sem graça, outros são meio bobos (o que não significa que são ruins) mas, amigo, boa parte é sensacional. O exagero se torna comum nessas finalizações. Scorpion podia apenas cortar o pescoço e a cintura do oponente e então chutar o tronco, mas ele vai além e aproveita para fatiar ao meio a cabeça que está no ar. Deixo aqui o Fatality de Noob Saibot. Há também Babalities, mas esses você deve ver por conta própria. É insano.


É muito difícil ver uma série voltar de um período de estagnação tão bem quanto Mortal Kombat. Cada elemento foi repensado e relembrado, e o resultado é um jogo de luta moderno, que consegue manter-se com méritos próprios, mas que tem a mesma pegada daqueles games que paravam os fliperamas a cada Fatality há mais de 15 anos, se consagrando como, de modo geral, o melhor episódio da série. Seja bem-vindo de volta, Mortal Kombat, e continue assim.





domingo, 7 de novembro de 2010

Essa é pra vc Bill Gay !!!


Eu comprei um console de vc's ou melhor , um xbox 360... e eu entrava na live ele com e fazia minhas autalizações e tudo mais.Mas ai , começou a banir geral por causa de jogos piratas, e eu como não sou bobo nem nada parei de entrar,pare pra pensar... como que a gente vai conseguir comprar jogos originais???? não dar porra!!! então eu baixo jogos e gravo, mas porém meu xbox não pega essas waves mais novas, ai eu converto para outras waves... ai fui na casa de um amigo pegar um pen drive emprestado para atualizar o PES 2011, já que não entro mas na live porq corro o risco de tomar um BAN... mas como meu pc ta uma bosta não deu para instalar os progaramas necessários... e hoje um belo domingo (07 de novembro de 2010 as 15:20hs) revolvi entrar na xbox live apareceu uma mensagem desgraçada que eu violei os direitos das porras sei lá de que, mas não violei essa PQP não! e quero que vc's da xbox live... agora que vai ter a live aqui no Brasil... vou mandar em português mesmo,vai comer merda,tomar no toba,cheirar coco, porq essa porra não vai me fazer falta , porq na realidade só fui banido e não posso mais entrar na live e quero que se F... quero que todos vc's vão para o fundo do meio do buraco de um vulcão nervoso!(isso para não xingar). Mas só sei que ter me banido foi RIDÍCUUUUUUULOS !!!

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Critica : Máfia 2


 Teste compara desempenho de placas de vídeo em Mafia II

A partir de então temos o que o tema “máfia” sempre soube fazer muito bem, principalmente nos filmes: histórias intensas, dramas familiares, situações tragicômicas, tiroteios e perseguições explosivas. Além de traições, pessoas que não são o que parecem ser, questões de lealdade e honra. E você, pobre garoto, ainda fascinado com o mito de “cópia de GTA” que alguém tatuou no seu cérebro em um momento de distração.
Mafia II vai dividir opiniões. De um lado temos quem vai reclamar do sistema de salvamento por capítulos, da inexistência de missões secundárias, da falta de multiplayer e até dos “carros lerdos”, vejam só. Do outro teremos quem vai reconhecer a boa história, as excelentes cenas entre missões e os momentos intensos de combate. Um terceiro grupo, no qual me incluí, vai dizer que trata-se de um belo jogo com muitas oportunidades desperdiçadas e permanecerá cerca de 5 anos ouvindo a trilha sonora. As mais de 100 músicas, além de representarem muito bem o jazz, o blues e o rock, são um retrato fiel das décadas de 40 e 50 na música pop.
Tentando inovar, mas sem saber direito para onde ir, o game da 2K Games traz, claramente, uma mudança de estilo radical nos jogos de “mundo aberto”. Ao mesmo tempo, conserva e refina elementos do primeiro jogo, de 2002, como a brilhante apresentação, os diálogos interessantes, a grande atuação dos personagens, a trilha sonora incomparável. Mas ele também é instável em muitos aspectos, e assume um risco muito grande ao tirar a liberdade do jogador para contar uma boa história que, seja como for, não tem um final digno.
A vida em 15 capítulos
O que você mais vai fazer durante os 15 capítulos, que levam cerca de 11 horas para serem completados, é dirigir e atirar. Ao mesmo tempo em que Empire Bay se revela uma fantástica cidade, recriada em detalhes em cada rua, casa, loja, árvore, placa e pedestre, você descobre que não há quase nada para fazer além de seguir as missões da campanha.
Você pode roubar lojas e vender carros para o ferro-velho, por exemplo. Tarefas equivalentes a, em Red Dead Redemption, “deixar a família sequestrada esperando mais um pouco enquanto procuro aquele coelho pra ganhar uma conquista/troféu”. Como se você ignorasse a história e quebrasse a interatividade “mágica” para ter um pouco de diversão por aí.
E essas são as únicas atividades extra. Ou seja: temos um incrível mundo aberto que está fechado. Você ouve propagandas no rádio, vê outdoors e cartazes nas ruas, pode até mesmo explorar o cenário todo desde o começo, mas percebe que é uma falsa promessa de liberdade. Ou você segue as missões, como o jogo incentiva, ou vai simplesmente ficar passeando pela cidade sem ter o que fazer além de comer e beber, ou procurar as edições de Playboy escondidas pelos cenários. São 50 edições virtuais com as coelhinhas da época, e sua coleção fica disponível no menu principal do jogo.
No primeiro Mafia havia os modos Passeio Livre e Passeio Livre Extremo, com a cidade de Lost Heaven livre para exploração em um contexto separado da campanha principal. Em Mafia II eu esperava algo parecido ao terminar a história principal, mas fui novamente ignorado pelas produtoras e seus anos de trabalho. Sua única opção ao terminar o jogo é começar de novo, ou rever algum capítulo interessante.
O drama das cutscenes e o clima de guerra entre mafiosos de Empire Bay habita o lado cinema do jogo. Você se envolve, sofre junto, quer saber as respostas. Mas quando começa o lado jogo, todo o peso e os confrontos das ceninhas parece não existir e acaba dando lugar a um jogo de ação que não respeita a própria história.
Vito Scaletta no volante
Vito segue a linha de herói comportado de Niko Bellic (GTA IV) e John Marston (Red Dead Redemption), entre outros carinhas “do bem” com uma moral a ser questionada, mas que, em linhas gerais, seriam mais benéficos do que 120% dos políticos que você conhece. Ele começa como um moleque de 18 anos, cresce até se tornar um mafioso de 20 e poucos. Mas seus desejos, suas motivações, nada disso consegue aflorar na personalidade do sujeito. Por mais que os diálogos sejam realistas, por mais que a direção de arte em cada cena seja convincente, Vito é aquele aluno tímido que quer falar, mas ainda não conseguiu coragem para levantar a mão.

A aparente calma de Scaletta dá lugar a duas ou três explosões de raiva durante o jogo, em momentos que marcam muito bem a história. Mas quando você terminar o jogo, vai concordar que faltou inspiração ali. Como se nossos amigos tchecos não soubessem como resolver os conflitos e o caráter de Vito, e deixassem tudo para “um próximo jogo”.
Além de ser o bandido “bom moço”, Vito também é o motorista oficial em todas as missões. O que significa que você sempre vai dirigir – seja voltando de uma missão, indo vender cigarros de caminhão ou simplesmente levando os companheiros de um lugar a outro.
Ao contrário de Tommy Angelo, o personagem do primeiro Mafia, não percebemos em Vito qualquer mudança de personalidade. A impassividade vai desde quando você precisa saldar uma pequena dívida da família até quando a cidade toda está em guerra, e o fim da vida parece a única solução plausível. Até em momentos mais tensos, em um capítulo “especial”, Vito leva tudo numa boa, sem qualquer emoção, como se soubesse que “estou em um game, se eu morrer posso começar de novo”.
Seu parceiro nessa história é Joe, um amigo de infância que começa os primeiros contatos com a máfia e demora um certo tempo para trocar as camisas floridas por um estilo mais sóbrio. Como nas boas duplas, ele é o oposto de Vito: bonachão, gosta de uma farra, vive enchendo a cara, nem sempre tem ideias brilhantes.
Mas onde estão as mulheres, o dinheiro, a vida boa que o jogo faz você crer que Vito sempre quis? Como a relação com a família, que dá o impulso inicial ao jogo, pode ser ignorada no resto da aventura?
Poder para o videogame
Mafia II é belo, empolgante, tem uma apresentação impecável e momentos inesquecíveis. Mas seu grande problema é tirar a liberdade do jogador para privilegiar a autoria da história. Não que tirar a liberdade do jogador seja um problema, mas passa a ser uma tragédia quando você, criadora do jogo, sabota as próprias ideias.
Empire Bay é uma cidade para ser vivida. Conhecer os cerca de 50 carros, visitar os diferentes bairros, conhecer a rádio preferida entre as três disponíveis, fazer uma carreira, ser alguém, ajudar os outros. Mas nada disso é possível, porque Mafia II direciona o jogador dentro de uma bolha por um túnel com duas ou três encruzilhadas. Você é levado de uma missão a outra. Depois de cumprir uma missão, pode passear pela cidade ou ir para casa dormir. Se dormir, acorda no próximo capítulo com um telefonema levando a uma nova missão.

Nesse ritmo fica impossível conhecer a cidade, mas, mais grave ainda, perdemos qualquer chance de refletir sobre os acontecimentos, de questionar as atitudes, de entender o jogo de poder que manipula os personagens, incluindo o próprio Vito.
Para agravar um pouco a situação, muitas missões ainda fazem referências a cenas de filmes mafiosos famosos, e algumas ainda são muito semelhantes a fases do primeiro jogo – seja protegendo alguém que você deveria matar ou encarando o objetivo final em um belo e gigantesco prédio.
Enquanto Scaletta se vira entre as três famílias da cidade (Clemente, Falcone e Vinci), ele nunca demonstra sua vontade, sua motivação. Parece estar na Terra simplesmente por estar. Vamos roubar uma joalheria, depois explodir um hotel, e então volto para casa e tomo uma cerveja antes de dormir. Se eu morrer, o carinha que está jogando pode começar de novo.
Apesar de momentos marcantes, seja voltando de uma bebedeira com os amigos ou invadindo um matadouro pelo esgoto, em que você é sempre o agente causador das ações, as situações mais importantes de Mafia II são assistidas, e não praticadas. É como se você fizesse o “trabalho sujo” de acionar os comandos para, na hora do show, o jogo assumir o controle. Algumas cenas de transição entre capítulos chegam a humilhar o jogador: os heróis se divertindo, contando dinheiro e subindo na vida, enquanto o jogador, que fez tudo aquilo, não se sente recompensado. É uma decisão dos produtores, e eles têm motivos para isso. Mas, para mim, esses motivos não foram justificados, e vamos precisar de muitas expansões gratuitas por download (jamais vai acontecer) ou de um Mafia III que recomece do zero e tenha, realmente, boas ideias para mostrar.
Em Red Dead Redemption você é tratado como um vira-lata do começo ao fim, mas chega o momento da recompensa final. Em Mafia você sempre obedece, e, mesmo quando acaba tomando a iniciativa, acaba fazendo besteira.
Assim como Vito é manipulado pelos chefões de Empire Bay e nunca se revolta à altura, o jogador se sente impotente diante do jogo, sendo manipulado missão por missão para, depois de alguns bons momentos, ver um final covarde e ser deixado com nada, a não ser a chance de fazer tudo de novo. Talvez Vito ainda seja muito novo, ou talvez nós, jogadores, estejamos muito impacientes com a evolução às vezes imatura nesse mundo dos jogos eletrônicos. 

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Troféu Cocô - Final Fantasy XIII

Esse troféu cocô vai para Final Fantasy 13, vou dizer o porq ...

É um jogo que todos jogaderos de Final Fantasy e um bom RPG esperava,mas ...foi decepcionante pra mim e tenho certeza que para muitos fãs de FFVIII. Pela jogabilidade quase que automática , isso sem contar com a embolação na hora da batalha que vc não ver c ta apanhando ou batendo, e pior que a gente só anda pra frente , acabou a exploração e aquela paradinha que a gente dar para evoluir os personages. Mas pelo menos o gráfico salvou o jogo.Acabei d passar para o 3º DVD e até agora o jogo só toma um rumo... andar em linha reta...mas vamos ver c nesse 3º DVD as coisas melhoram e c não melhorar vamos ter que esperar o próximo Final Fantasy.Obs:meu 3º DVD deu problema mas já estou baixando outro, e enquanto isso estou jogando JUST CAUSE 2,UM JOGAÇO!!! com  um estilo d jogo parecido com GTA, na verdade bem melhor ... ta ai uma dica minha de jogo.